sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os Big Five valem o ingresso

Conheça os veículos que levam as pessoas para bem perto das feras no país da Copa do Mundo



Capotas são tiradas dos veículos para facilitar as fotos dos turistas
A Copa do Mundo se aproxima, e não são poucas as ofertas para quem quer viver as emoções das savanas africanas. Há muitos parques, reservas naturais e mais de 500 hotéis espalhados pela África do Sul. Game drives são oferecidos por diversos hotéis de selva para até seis passageiros em veículos 4x4 abertos. Esses passeios contam com os rangers, motoristas treinados para resgate, e os trackers, que vão sentados em uma cadeirinha sobre o capô para identificar rastros de animais e indicar os caminhos para chegar a eles.

Para que todos possam registrar seus momentos únicos sem intimidar os bichos, só três veículos por vez, em rodízio, podem parar para a observação. Em algumas reservas, os rangers se comunicam via rádio ao avistar certos animais, como os cobiçados Big Five. O termo é uma espécie de mito, com origem na caça, sobre os cinco animais mais difíceis de serem vistos ou fotografados: búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte. Um game perfeito é aquele em que se pode avistar todos.


Rangers e trackers localizam os animais e garantem a segurança
No estilo do Zôo Safári, antigo Simba Safári de São Paulo, é possível visitar com o próprio carro grandes reservas do continente africano, caso do Kruger National Park, com mais de 350 km de extensão. As regras são simples: não se pode sair da estrada, nem de dentro do veículo. Acrescentamos mais uma: não esquecer de travar as portas, para evitar o susto que a família do Toyota das fotos desta página levou, no fim de novembro, no Safári Park de Joanesburgo. Felino esperto, o leão chegou de mansinho e abriu a porta de trás do Yaris sedã. “O carro ficou parado enquanto seus ocupantes absorviam o choque do que estava acontecendo. Somente após alguns segundos é que o motorista acelerou e fugiu. O animal ainda correu tentando alcançá-los”, conta o engenheiro Richard Holden, de 32 anos, que fez as fotos.


O sotaque não é só britânico

Glen Gamper, gerente de operações da Ambiental Expedições, carrega alguns safáris na bagagem. Ele conta que em locais como o Quênia e a Tanzânia, vans com teto retrátil permitem aos turistas tirar fotos. Gamper diz também que há um ou outro modelo da Toyota, como os Land Cruiser, mas que os Land Rovers predominam nos territórios selvagens. “Além de estrutura para jogar uma lona por cima, alguns veículos oferecem três assentos em forma de estádio. Os responsáveis pelos veículos me disseram que a suspensão é reforçada para suportar o peso dos turistas”, diz.

Responsável por organizar safáris para a Namíbia e África do Sul desde 2004, o instrutor de fora-de-estrada e guia João Roberto Gaioto diz que o carro ideal para as savanas tem de ser robusto. Além disso, precisa levar ao menos quatro passageiros, ter dois estepes, tração 4x4 e reduzida, tanque de combustível sobressalente e boa autonomia; afinal, pode-se rodar até 300 km sem avistar um posto de combustível. Segundo o empresário, “a cada 100 km você se depara com um Land Rover, no mínimo”. Mas outra realidade habita entre os animais do continente: os modelos japoneses das marcas Nissan, Toyota e Mitsubishi. “Sem falar nos alemães, que prometem debutar por lá, em breve, com a nova Amarok”, diz.


Civilização: máquinas fotográficas no lugar de armas
Lesley Sutton, gerente de comunicação da Jaguar/Land Rover na África do Sul, conta que nenhuma mudança mecânica é feita nos carros da marca, geralmente modelos Defender 110 ou 130, que rodam entre elefantes, girafas e rinocerontes. Eles “apenas” removem os tetos das cabines e fazem outras adaptações em assentos e cintos de segurança. “Os veículos são feitos na Inglaterra, mas recebem todas as conversões necessárias na África do Sul”, diz. Para ter uma ideia, um Defender 130, já preparado para os games, custa pouco mais de 480 mil rands, algo em torno de R$ 116 mil. Lesley conta ainda que seus únicos concorrentes são os Land Cruiser, da Toyota, mas que somente os automóveis que ela representa são homologados para trafegar também pelas vias públicas da África do Sul.


O leão já havia almoçado, mas quis conferir o que havia no carro

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Como fazer do banheiro um espaço mais agradável?



É uma delícia ter um banheiro gostoso em casa. Mesmo pequeno, um banheiro merece toda a atenção na hora da reforma – e na decoração também. Esse espaço não precisa ser meramente funcional e higiênico. Pode ter um charminho extra que faz toda a diferença em nosso dia a dia. Se o seu banheiro está meio caído, precisando de uma intervenção (grande ou pequena), confira algumas dicas para melhorá-lo:

• Não tem jeito. Um banheiro precisa ser atualizado a cada 20 ou 30 anos. É o prazo de validade de uma reforma. Se você se mudou para um apartamento ou uma casa antiga, é importante fazer uma obra nos banheiros. E não economize no encanamento. Trocar a parte hidráulica é fundamental. Imagine ter vazamentos depois que tudo estiver impecável e tinindo de novo?

• Cuidado com a escolha dos revestimentos. Ir pelo caminho básico e neutro é uma boa estratégia. Não invente moda. Se você enjoar depois, será preciso encarar outra reforma;

• Culturalmente, os brasileiros gostam de muitos banheiros em casa. Mas se você mora em um local pequeno, melhor ter um bom e único banheiro, como antigamente;

• Um grande espelho amplia visualmente o tamanho do banheiro. Disso todo mundo sabe. Mas se este não é o seu problema, que tal um espelho divertido, com uma moldura bacana?

• Se você não tem espaço para uma banheira, tenha apenas um box espaçoso. Os brasileiros não têm o hábito de usar banheira com muita frequência. Se você tem uma em casa, faça as contas de quantas vezes ela foi usada nos últimos 12 meses;

• Um amigo tem um banheiro incrível. É enorme, com banheira, biblioteca (sim, isso mesmo), poltrona de leitura e um tapete grande. Trata-se de uma sala de banho cheia de dignidade. Você sai do chuveiro e tem espaço para se enxugar, se esticar e até dançar;



Se você não tem espaço para uma banheira, tenha apenas um box espaçoso



• Um banheiro em mármore é muito chique. E muito caro. Se você pode gastar, perfeito! Placas grandes e com veios bem marcados são um luxo. Mas contrate um profissional ou empresa especializada para este serviço;

• Pastilhas estão na moda e existem opções bem econômicas e com alto impacto estético. Uma boa pastilha branca resolve qualquer banheiro. Mas o rejunte tende a ficar encardido com o tempo. Se você é neurótico com esse tipo de coisa, melhor optar por uma cor mais escura, com rejunte mais escuro também;

• Misturadores monocomando são excelentes. Você não precisa ficar procurando a temperatura certa da água. Eu tenho em casa e adoro. Sei exatamente o ponto de que eu gosto. Basta puxar a alavanca. Santa invenção!

• Um bom banho em casa não tem preço. Chuveiro elétrico não vale nem no banheiro de empregada. Além de oferecer um banho ruim na maioria dos casos, consome muita energia. É uma das máquinas mais ineficientes que existe. Um aquecedor a gás, de passagem, é a melhor solução, dependendo do tamanho da sua casa;

• Não coloque o misturador embaixo da ducha. Por quê? Porque assim você não precisa se molhar ao abrir a torneira. Deixe o misturador mais próximo à porta do box;

• Ao sair do banho, feche a porta do box. Isso evita a formação daquelas crostinhas esbranquiçadas horrorosas no vidro. Quem me deu essa dica foi um ótimo vidraceiro;

• Evite ter muitos itens sobre a bancada da pia. Tenha apenas o necessário para o dia a dia, organizado de forma decente. Acho um pavor bancadas cheias de potinhos, creminhos e perfumes;

• Ter quadros dentro do banheiro é legal. Certifique-se de que a moldura é bem vedada e de que seu banheiro tem boa ventilação. Senão embolora mesmo. E cuidado para não furar um cano na hora de pendurar, ok?

• Acho simpático ter objetos decorativos dentro do banheiro. Mas cuidado com excessos. Banheiro tem de ser higiênico, e uma coisa não combina com a outra.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Veja quais os maiores 'escorregões' no mundo das Misses





Tracional há mais de cinco décadas, o concurso de Miss nem sempre é o mar de rosas que se mostra nas telas. Esta semana, a escolha da Miss Estados Unidos 2010 chamou atenção por dois motivos: a nacionalidade da vencedora, Rima Fakih, nascida no Líbano, e, em seguida, a publicação de fotos comprometedoras que mostravam a eleita, bastante desinibida, fazendo pole dancing em uma boate, anos antes de sua coroação.


Desde ocultação de casamento (fator proibitivo para a candidatura) até porte ilegal de armas, muitas são as polêmicas envolvendo os nomes das supostas altruístas, que não almejam nada além da “paz mundial”. Confira as histórias mais controversas que se escondem nos bastidores do concurso mundialmente famoso.


Hoje, o nome de Joseane de Oliveira é mais associado às duas participações no Big Brother Brasil. O que pouca gente se lembra é que, no intervalo dessas edições do reality show, o passado da moça deu o que falar. Após participar do BBB3, em 2003, ela admitiu ter mentido sobre seu estado civil para a organização do evento e também para a Globo. Por ter burlado uma das regras do Miss Brasil, Joseane perdeu o título e teve de passar a faixa para a segunda colocada.


Katiee Rees, Miss Nevada 2007, também perdeu sua coroa, mas por conta de suas aptidões “beijoqueira”. Após sua vitória, caíram na internet fotos em que ela aparece beijando, ao mesmo tempo, vários homens e mulheres na adolescência, além de uma em que está dando um beijaço em uma apresentadora de TV local. Já Tara Conner viu seu título de Miss EUA 2006 – além da quinta colocação no Miss Universo do mesmo ano – abalado quando seu envolvimento com drogas e dependência alcoólica foram descoberto. Ela não chegou a perder o reinado, mas teve de se internar em uma clínica de reabilitação.


A porto-riquenha Zuleyka Rivera


Para Zuleyka Rivera, Miss Universo 2006, o problema começou no exato momento em que foi anunciada campeã. Com o choque da notícia, ela sofreu um desmaio súbito e começaram, então, a surgir boatos de anorexia. Zuleyka foi de um extremo ao outro, aumentando vários quilos em sua silhueta. No ano passado, a porto-riquenha teve de ser retirada de um avião após brigar com uma aeromoça, que, diante das exigências infundadas da moça, lembrou-a que seu reinado havia chegado ao fim e que ali era não era nenhuma rainha.


Cecilia Bolocco, Miss Universo 1987, foi apontada como uma verdadeira “usurpadora”. Durante as fases do concurso, ela se comportou como uma moça simples. Mas foi só colocar a coroa na cabeça que tudo mudou e seu foco passou a ser homens ricos. Em 2001, casou-se com ex-presidente argentino Carlos Menem, 35 anos mais velho, com quem teve um filho. Recentemente, Cecilia foi flagrada de topless, dispensando muitos carinhos a um empresário italiano, em uma praia em Miami. Menem pediu divórcio, claro.


Cecília Bolocco com a coroa e, depois, com o ex-presidente Menem


Considerada um das mais belas Miss Universo da história, a russa Oxana Federova foi destronada apenas três meses depois de ganhar, devido a rumores sobre possível gravidez. Com o tempo, descobriu-se que o destronamento foi motivado por divergência de pensamento com organizadores do evento. Hoje ela mora com o namorado na Rússia, onde se tornou uma estrela de TV.


Marjorie Wallace, a Miss Mundo 1973, foi obrigada a dizer adeus à coroa depois que a organização disse que a moça “não dava bom exemplo a outras mulheres”. O termo também se aplica a Priscila Perales, Miss Internacional 2007, que há alguns meses foi presa pela polícia de Monterrey, no México, dirigindo seu carro embriagada.


Envolvida até o pescoço em polêmicas de todas as naturezas, Alicia Machado, a Miss Universo 1996, parece campeã de mau comportamento. Durante seu reinado, a moça não só ganhou mais de 20 quilos (pondo em risco o título), como posou nua para a revista “Playboy”, foi flagrada fazendo sexo em um reality show espanhol e ainda se envolveu com porte ilegal de armas, depois de defender um de seus namorados em uma briga.


Alicia Machado

Caso houvesse um “prêmio desapontamento”, certamente ele iria para Elodie Gossuin, eleita Miss França 2001. A bela loura ficou tempos sob a suspeita de ter nascido homem e ter feito mudança de sexo. Apesar de ter mostrado sua certidão de nascimento diversas vezes, a “moça” é sempre muito olhada (principalmente da cintura para baixo) sempre que desfila de maiô. Fica a dúvida.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Virada Paulista ocorre este fim de semana em 30 cidades; shows de Cat Power e Mudhoney são destaque

Com atrações musicais como destaque, a 4ª edição da Virada Cultural Paulista ocorre esse fim de semana em 30 cidades do Estado, incluindo regiões do interior, Baixada Santista e do ABC. O evento começa no fim da tarde de sábado (22) e termina no fim da tarde de domingo (23).

Entre as atrações internacionais que participam desta Virada estão a cantora norte-americana Cat Power, o músico franco-espanhol Manu Chao, a banda grunge norte-americana Mudhoney e o compositor e músico francês Yann Tiersen.

Atrações nacionais como Antonio Nóbrega, Bebel Gilberto, Cachorro Grande, CPM 22, Elba Ramalho, Funk como Le Gusta, Mundo Livre S/A, Nina Becker, Pitty, Sandra de Sá, Titãs e Tom Zé também estão na programação do evento.


Os atores Nicette Bruno e Paulo Goulart em "O Homem Inesperado", peça que será encenada em Indaiatuba e Jundiaí

Entre os espetáculos de teatro destaca-se a peça "O Homem Inesperado", com Nicette Bruno e Paulo Goulart, que será apresentada em Indaiatuba e Jundiaí. Já a São Paulo Cia. de Dança é atração na cidade de Jundiaí.

A Virada Paulista também dá espaço a arte urbana, com intervenção de grafiteiros como Binho Ribeiro, Boleta e Zezão em algumas cidades, e ao cinema -- uma novidade este ano é a realização de uma mostra com os 53 melhores filmes do Festival do Minuto, que será apresentada em Ribeirão Preto, Santos, Caraguatatuba, Jundiaí, Marília, São José do Rio Preto, São Carlos, Presidente Prudente e Araraquara.

Orçamento recorde

No total, a Virada conta com 1077 atrações, todas gratuitas, e tem orçamento recorde para o evento: R$ 6,5 milhões. Em 2009, quando a Virada teve cerca de metade das atrações desta edição, o investimento foi de R$ 5,5 milhões.

Para efeito comparativo, a Virada Cultural na cidade de São Paulo, ocorrida no último fim de semana, teve orçamento de R$ 8 milhões.

Veja no site oficial do evento a programação completa e, abaixo, veja os destaques por cidade.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pesquisadores avaliam prejuízos causados por incêndio no Instituto Butantan




Imagine um edifício afastado de residências e de área comercial. Dentro dele, salas repletas de prateleiras de metal e estantes de madeira. Sobre elas, milhares de animais imersos em vidros com álcool ou com formol. Qualquer faísca poderia causar um desastre. Esse era o cenário do prédio que abrigava as coleções de cobras, aranhas e escorpiões do Instituto Butantan, incendiado no sábado (15).

Agora, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da capital paulista apuram as causas do fogo. Independente do resultado, pesquisadores afirmam que o que foi perdido jamais poderá ser recuperado. Era o maior acervo de cobras do mundo, cerca de 85 mil exemplares.

"O que desapareceu ali seria correspondente à queima de livros de várias bibliotecas grandes. Só que muito pior. Um livro poderia ser reimpresso, no Butantan cada indivíduo era único", lamenta Miguel Trefaut Rodrigues, pesquisador do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). A coleção foi iniciada há 120 anos. Além das cobras, contava com cerca de 450 mil aranhas e escorpiões. "É provável que animais já extintos ou em via de extinção estivessem catalogados lá. Com certeza, havia animais muito raros no prédio", afirma Rui Seabra Ferreira Junior, pesquisador do Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (CEVAP) da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Rodrigues, que começou a estagiar no Butantan em 1970, aos 16 anos, acompanhou o crescimento do acervo. "Conforme aumentavam as fazendas no Estado de São Paulo, mais pessoas eram picadas por cobras", contextualiza o pesquisador. Para cada cobra, aranha ou escorpião vivo levado ao Instituto, era entregue uma ou duas ampolas de soro antiofídico. "No começo do século 20, o interior não tinha a estrutura de saúde de hoje em dia", explica. Assim, existiam animais coletados há mais 100 anos no prédio. "Era um testemunho do Brasil que desapareceu, não conseguiremos trazer de volta aquela fauna de um século atrás", diz Rodrigues. Pesquisadores de outras partes do mundo também cediam exemplares para o Butantan. E, até hoje, animais recolhidos por bombeiros ou apreendidos pela Polícia Florestal e pelo Ibama eram levados para aquele setor.




Com esse material, era possível estudar o DNA dos bichos, acompanhar a evolução das espécies, checar como o meio ambiente influencia a evolução, conferir as novas espécies que estão surgindo e saber como era a fauna brasileira no começo do século passado. Qualquer pesquisador que pretendia estudar cobras do nosso continente teria que ir até o Butantan. "Era uma fonte inesgotável de pesquisa", afirma Rodrigues. O pesquisador conta que já aconteceu de uma cobra ser identificada como de determinada espécie, mas voltar a ser estudada anos depois e se descobrir que era de uma espécie nova. "Não estudar as espécies que estavam na coleção é o mesmo que deixar de lado a história da China ao pesquisar sobre a humanidade", explica.

Coleções em risco
Os animais coletados pelo instituto eram sacrificados de forma que não danificasse sua estrutura. Em seguida, era injetado formol no bicho. Após cerca de dois dias, ele era mergulhado no álcool. Com o tempo, conforme perde suas propriedades, o álcool deve ser trocado por outro novo. Segundo Miguel Trefaut Rodrigues, isso exige cuidado permanente. "Todas as coleções do mundo estão conservadas dessa maneira, mas em prédios mais modernos, que contam com alarme de incêndio, alerta de fumaça e sistemas que injetam CO2 na sala em chamas, eliminando o oxigênio que alimenta o fogo do ambiente", conta. "No Brasil, todas as nossas coleções correm risco, inclusive de plantas", conta. Ele compara a perda como se o mesmo ocorresse no Museu de Zoologia da USP, a maior coleção zoológica do Brasil, ou no Museu Nacional do Rio de Janeiro (UFRJ).

Aliás, ironicamente, hoje se "comemora" o Dia Internacional dos Museus. "Esperamos que isso seja uma grande lição ao país. De que adianta fazer propaganda de que o Brasil é o país da biodiversidade e do meio ambiente, se ele não cuida das suas coleções?", alerta Rodrigues. Segundo a assessoria de imprensa do Instituto Butantan, ainda não há o número exato de exemplares queimados. Alguns estavam emprestados para instituições em outros países. E, além disso, outros exemplares conseguiram "sobreviver" às chamas. Ao longo dos dias, funcionários estão retirando os exemplares do prédio e catalogando-os.

Início da história
O acervo de cobras foi iniciado em 1901 pelo cientista Vital Brasil, fundador do Butantan. As vacinas antiofídicas começaram a ser produzidas a partir dessa coleção de animais. O brasileiro foi quem descobriu que, para a picada de cada espécie de cobra, deveria ser aplicado um veneno específico. "Os pesquisadores do mundo não acreditavam nele", conta Ferreira Junior. Até que, em um evento em Nova York, nos Estados Unidos, uma pessoa foi picada ao fazer demonstração de animais no zoológico. "Chamaram Vital Brasil para socorrer o rapaz com seu soro antiofídico", diz. Ele foi salvo. E o pesquisador passou a ser aceito e respeitado por toda a comunidade científica.
O Instituto Butantã também informou que recuperou 42 livros de registro da coleção de serpentes.
Os originais estavam armazenados em um local distante da área atingida pelas chamas. Três livros que estavam no prédio ainda não foram localizados. De acordo com o Instituto, os livros contêm registros de todas as espécimes que estavam armazenadas no galpão destruído pelo fogo.

Além disso, foram resgatados os arquivos digitalizados referentes aos livros, que tinham sido copiados e arquivados em outro local e todo o material didático enviado às escolas.

Os pesquisadores que trabalhavam na unidade agora desenvolverão provisoriamente seus estudos em outra área do Instituto.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Vida de sósia

Vida de artista é para poucos. Afinal, nem todo mundo emplaca nas paradas de sucesso ou em horário nobre.
E enquanto a estrela de uns brilham sem parar, de outros não tem chance nem de piscar. Mas, no meio disso, há aqueles que, por afinidade, gosto e até uma ajudinha da aparência, conseguem pegar carona na cauda de alguns astros - e encontrar a fama vivendo na pele de outra pessoa. Muitos sósias acabam usando da semelhança com alguém famoso para ganhar a vida. E, por que não, experimentar um pouquinho o mundo deles.
Carlos Evanney, sósia do ‘Rei do Rock’ há mais de 15 anos diz: “ eu não o imito. Tudo que faço é natural. Deus me deu esse presente maravilhoso, de poder representar o Rei, me fez com sua aparência, com seu feito, com sua altura, com sua voz”, se orgulha.

Carlos praticamente sobrevive das atividades como Roberto. Mas jura que não faz muita coisa para ficar parecido com ele. “Eu apenas gosto de tudo que ele gosta, então uso o cabelo igual, me visto como ele. Mas em mim, tudo é natural”, garante.


E essa naturalidade acaba fazendo com que ele mesmo se confunda, na hora de dizer quem é. Talvez por isso, se apresente para as pessoas como Roberto Carlos - e não como Carlos Evanney. “Vivo o Rei 24 horas por dia e não saberia dizer quem sou eu, quem é Carlos Evanney. Mas eu gosto disso, por que sou assim, sempre tive esse comportamento, então a minha identidade é a mesma de Roberto Carlos”, afirma. Até nas ruas, parece que a lógica se repete. Ele diz que as pessoas o chamam pelo nome do cantor e o confundem nas ruas o tempo todo. “Elas me tratam e tem um carinho muito grande, como se eu fosse ele. Me pedem autógrafos e para eu cantar alguma música dele”.


A paixão por Roberto Carlos é tão grande que o sósia não tem medo de assumir que sim, a maior emoção da vida foi ficar cara a cara com o ídolo. “Eu não sabia o que fazia, o que dizia, eu só tremia e chorava”, lembra.

Outro que ganhou fama na cola de um pop star dos grandes foi Rodrigo Teaser. Mas o Rei dele não é o nosso, brasileiro. O jovem é o sósia “oficial” de Michael Jackson. Tudo começou quando a mãe o inscreveu num concurso de imitadores, aos 9 anos. Ainda menino, ele já era fã de Michael e, como ganhou o concurso, não parou mais de imitar o ídolo. “Cresci, e a brincadeira de ‘imitar’ o Michael cresceu também. Aos poucos fui me profissionalizando, aumentando e agregando outras pessoas à produção. Quando me dei conta, estava atendendo empresas multinacionais, festas, shows, sempre tentando atender a demanda do pessoal”, conta.


Para ficar parecido com o astro, Rodrigo usa muita maquiagem. “Quando estou sem ela ninguém diz que sou cover do Michael”, se diverte. Diferente de Carlos Evanney, ele afirma que não perdeu a identidade por causa do trabalho. “Sempre tive muita consciência de quem sou eu e de quem é ele. Sei que quem tem os fãs é ele, o criador é ele, sou apenas um cover, uma pessoa que o ama, ama a sua arte e procura reproduzí-la da melhor forma possível”.

Nas ruas, as reações são diversas. Mas, desde que Michael Jackson morreu, no final de julho, as pessoas se dirigem a Rodrigo de uma forma mais emocionada. E a morte do Rei do Pop acabou dando um empurrão na carreira dele. “A procura está muito maior, e agora eu preciso saber filtrar o que é legal, o que é positivo, porque muitos querem se aproveitar do momento. Basicamente, o que mudou é o fato de agora termos muitos shows, muitos locais que antes tinham restrições com a gente agora aceitam o show numa boa”, conta.

Rodrigo é um dos sortudos que pode ver o astro ainda em vida, aqui no Brasil, nas apresentações de 1993. Ele foi aos dois shows no Morumbi, em São Paulo. “Considero essa a experiência que me fez querer ser um artista, ser uma pessoa que viveria no palco”, diz. E o palco é mesmo o grande sonho de Rodrigo. “Paralelo ao meu trabalho como cover, tenho minhas próprias canções, e há dois anos venho trabalhando nelas. Algumas gravações já estão no YouTube e uso isso para sentir o público, saber o que acha da minha proposta. Espero ter minha própria carreira e me apresentar sendo eu mesmo”, planeja.

Mas o menino que se encantou pelos movimentos e pela vida de Michael Jackson ainda criança, diz que jamais vai abandonar o ídolo, que tanto o influenciou. Rodrigo foi convidado para homenagear Michael em Nova York, num encontro organizado pelo maior fã clube do cantor do mundo - onde o próprio Michael estaria presente. Ele foi selecionado para representar a América Latina, mas não pode ir, porque não conseguiu o visto.

Uma semana depois da morte do cantor, Rodrigo escreveu em seu blog que tem certeza que um dia ainda vai encontrar Michael “em outro lugar”. E, num depoimento emocionado, abriu o coração e afirmou que parte dele também morreu com o astro. “Mas parte de mim está viva e feliz por ter sido escolhido, por ter conhecido e acompanhado sua trajetória”. Fãs profissionais também sofrem e se emocionam pelos seus ídolos. Talvez ainda mais que os outros...

E estes aqui, vocês conhecem?



Ele é Antonio Calixto, que também atua no meio artistico se destacando como sósia oficial do junior lima, e também faz cover de Luan Santana. Atua nesta profissão há vários anos, com inumeras participações em programas na TV, como na Globo no Domingão do Faustão, no SBT programa Silvio Santos, Band e outros.

Ela sósia da Sandy, Natiare Azevedo vencedora a Melhor Sósia no programa Silvio Santos


Em Fim, na "Natureza nada se cria, Tudo se copia"

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Robin Hood' lidera bilheterias mundiais, mas fica em 2º nos EUA 'Homem de Ferro 2' se manteve na liderança nos cinemas norte-americanos.




Filme de Ridley Scott sobre o herói ladrão faturou US$ 111 milhões.
Ridley Scott e Russell Crowe transformaram "Robin Hood" em um arqueiro de aluguel
Quem for ver "Robin Hood" esperando torneios de arco e flecha, emboscadas na Floresta de Sherwood, combates de cajado mano a mano, malabarismos com espada e proezas em candelabros – ou seja, o cânone do mito do Bom Ladrão como sacramentado pelos quinze filmes e quatro séries de TV que o precederam – sairá seriamente desapontado.
Igualmente, quem se sentir atraído pelo repeteco da fórmula Ridley Scott mais Russell Crowe mais drama de época antecipando uma espécie de "Gladiador" na Idade Média também não vai ficar satisfeito. Certo que desta vez temos novamente uma grande cena de batalha no primeiro ato, filmada em diversos ângulos, inclusive com muitas câmeras-na-mão (a tomada de um castelo francês por Ricardo Coração de Leão e suas tropas); um grande enfrentamento no final do terceiro ato, com abundante derramamento de sangue (as tropas inglesas rechaçando os invasores franceses sob o comando do Rei Felipe Augusto); um monarca ambicioso e fraco (o Príncipe João Sem Terra, vivido por Oscar Isaac) e vários cortesãos intrigueiros divididos em múltiplos campos, interesses e lealdades (Mark Strong, William Hurt e Max Von Sydow, entre outros).

Cate Blanchett e Russell Crowe ouvem orientações de Ridley Scott antes de rodar uma cena

As semelhanças terminam aí. O que "Gladiador" tinha de forte, a clara linha narrativa estabelecida pelo argumento original de David Franzoni (por sua vez inspirada no livro "Those Who Are About to Die", de Daniel Mannix), foi perdido aqui num roteiro colcha-de-retalhos, resultado do processo de criatividade-por-comitê tão comum em projetos desenvolvidos internamente pelos grandes estúdios. São duas horas e vinte minutos do que parece o mais longo primeiro ato da história do cinema – várias histórias que nunca chegam a engrenar totalmente nem como um painel da época (o conturbado meio do século 13 na Europa) nem como perfil do herói do título (aqui, um arqueiro nas tropas de Ricardo Coração de Leão).




A proposta do roteiro original que gerou este "Robin Hood" era ousada: Ethan Reif e Cyrus Voris ("Kung Fu Panda", "O Monge à Prova de Balas", a série de TV "Sleeper Cell") viravam o mito de Robin Hood pelo avesso, fazendo do Xerife de Nottingham o herói e de Robin o vilão – um vilão simpático, mas vilão. O pano de fundo, que inspirou desde as primeiras baladas do século 14 até os romances vitorianos que deram os contornos finais à lenda, era o mesmo: os choques entre os donos de terra e o rei que levaram, na Inglaterra do século 13, à elaboração da Magna Carta, a primeira “constituição” da história ocidental.

Muitas revisões, re-escritas e roteiristas depois (Brian Helgeland ficou com o crédito final, mas pelo menos três outros roteiristas trabalharam no texto), "Robin Hood" transformou-se na história de um arqueiro em busca do que fazer, temporariamente encarregado por um barão empobrecido (Max Von Sydow) de se tornar o marido-substituto de Lady Marion Loxley (Cate Blanchett), enquanto ao fundo intrigas de todo tipo ameaçam o trono do Príncipe João e a liberdade das ilhas britânicas.

É mais uma proposta para explicar o mito de Robin Hood e teria funcionado se a narrativa nos deixasse realmente envolvidos na trama, investidos emocionalmente na jornada do protagonista ou nos dilemas da sua época. Infelizmente, isso não acontece.

Apesar da dieta e da malhação, Crowe, aos 45 anos, não tem o vigor necessário para ser o carismático líder dos oprimidos que a história pede (Sean Connery tinha 45 anos em 1976 quando criou um inesquecível Robin Hood madurão e aposentado no maravilhoso "Robin and Marian", de Richard Lester). Um excelente grupo de atores (inclusive um William Hurt subutilizado), as belas locações no País de Gales e na Inglaterra e grandes cenas de batalha são pontos altos. Mas não o bastante para sustentar todo o peso do que poderia ser um belo épico.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Em noite fria, jovens tiram as calças no Metrô de SP



Centenas de pessoas participam de encontro marcado pela internet.
Evento ocorre pela segunda vez seguida em São Paulo.
Centenas de pessoas marcaram um encontro pela internet e se reuniram na noite desta quinta-feira (13) sob um frio de 16ºC em uma praça na Zona Sul de São Paulo para colocar em prática uma ideia irreverente: tirar as calças dentro do Metrô. O evento, conhecido como flash mob e chamado de "No Pants", ocorre pela segunda vez consecutiva em São Paulo e já foi realizado em outras cidades pelo mundo. Não se trata especificamente de um protesto, porque não há uma reivindicação.
A multidão de usuários, a maioria jovens de até 30 anos, embarcou no metrô Paraíso ainda com todas as roupas. No caminho, até a estação Consolação, as pessoas foram tirando as calças e guardando em suas mochilas. "Tem gente de todas as tribos", definiu um dos organizadores do evento, Caio Komatsu. Segundo as contas dele, 500 pessoas participaram do ato. Quatro vagões ficaram cheios de pessoas sem calças.

Entre elas estavam Maíra Kodama, de 20 anos, estudante do curso de matemática na Universidade de São Paulo, e Ágata Antunes, de 21 anos, estudante de história da arte na Unesp.

"Veja bem, não tem um motivo concreto", disse Ágata. "É um bando de idiotas querendo chocar", completou Maíra. Questionadas se a falta de calças não gera constrangimento, deixaram claro que não. "Normalmente minhas saias são muito menores do que minhas calcinhas", respondeu Ágata; "Eu seria nudista naturalmente", afirmou Maíra.
Jovens sem causa armam encontro pela internet.

Para elas e para o também estudante Marcos Gameiro, de 22 anos, o fato de todo mundo sair sem calça ao mesmo tempo no Metrô tem algo de "instalação cultural, intervenção artística ou algo parecido".

Um grupo gritou as palavras de ordem "bumbum quer respirar" enquanto um manifestante exibia placa com uma mensagem nonsense recheada de palavrões. Uma menina de camiseta branca estampava sua predileção : "Eu amo nerds". Também havia camisetas com marcas de jogos de videogame e até rapazes de terno.

A manifestação causou impacto entre os passageiros. Alguns deles gritaram e assobiaram nas estações, enquanto seguranças aparentemente tensos tentavam organizar a passagem dos jovens. Dentro dos vagões, a reação foi contida.

"É no mínimo espantoso, impactante no primeiro momento", disse o consultor de empresas Jardel Sales, que evitava olhar para os sem-calça.

"Na verdade não sei a causa disso tudo. Achei estranho, não sei", disse Alessandra, funcionária do setor de recursos humanos de uma empresa. Reticente até em falar à reportagem, ela não quis informar o sobrenome.


"Não quero falar", disse uma outra passageira, que após ouvir os detalhes sobre a manifestação, resumiu: "Fazer o que, não é. É o livre arbítrio."

Quem participou do No Pants gostou. "É a primeira vez, achei bom e não tive nenhum constrangimento", disse o estudante Fernando de Caires, de 22 anos. Sua amiga, Ligia Acawassu, afirmou que a experiência foi de liberação. "Conseguimos mostrar liberdade", afirmou. "Ano que vem venho de novo", afirmou Fernanda Mattos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

6ª Virada Cultural ocorre este fim de semana em SP com maior diversidade de atrações Da Redação





Estação da Luz, local de onde partirá trem que homenageia Adoniran Barbosa, com viagens sucessivas ao som de grupo cantando músicas do compositor


Às 18h deste sábado (15), os cubanos Barbarito Torres e Ignazio Mazcote, que pertenceram ao Buena Vista Social Club, dão início à Virada Cultural em São Paulo. Em seu sexto ano, o evento continua concentrado na região central da cidade e utiliza agora o maior orçamento de sua história: R$ 8 milhões. O de 2009 foi de R$ 5 milhões.

Se, no que diz respeito à música, muitos dos destaques deste ano já se apresentaram em edições anteriores -- como CPM 22, Arlindo Cruz, Arrigo Barnabé e Mallu Magalhães --, esta 6ª Virada Cultural traz mais atrações de naturezas mais variadas.



Batalhas de sabres de luz -- referência ao universo de “Guerra nas Estrelas” -- , desfiles de cosplay e encenação de vampiros são os destaques do palco que foi chamado pela organização do evento de “dimensão nerd”, na praça Roosevelt . Já na galeria Prestes Maia, haverá espaço para quem gosta de tatuagem e apresentações "extremas", como a de suspensão corporal.

Um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) fará viagens sucessivas, saindo da estação da Luz com direção ao Brás, com apresentação de grupo que canta Adoniran Barbosa -- o homenageado de toda a edição da Virada --, fazendo referência ao seu “Trem das Onze”. Durante a viagem, serão projetadas imagens do compositor.

Garotas cosplayers, fenômeno jovem que ganha palco especial nesta Virada, na praça Roosevelt

A gastronomia de rua também ganha espaço este ano no evento: estarão espalhadas pelo centro da cidade dez barracas de pastel de São Paulo, eleitas as melhores da capital em um concurso de 2009.

Já filmes de monstros como Godzilla e Lobisomem têm mostra especial em cinemas na região central, como Cine Dom José e o Cine Windsor. Para os amantes de carros antigos, uma grande exposição do gênero será organizada no parque Dom Pedro 2º, domingo pela manhã.

Palcos musicais

Quem curte rock deve se dirigir à avenida São João para ver a cantora Pitty, o grupo Titãs e as bandas The Grand Mothers Re-Invented, que tocou com Frank Zappa, e Big Brother and the Holding Co, que tocou com Janis Joplin.

As atrações internacionais da Virada incluem ainda o soul norte-americano de Booker T., cantor de soul norte-americano que integrou o Booker T. & the MG's nos anos 1970, e do grupo Temptations, também de soul, famoso na década de 60 com o hit "My Girl", entre outros.

No palco dedicado ao reggae, novidade este ano, se apresentam os artistas jamaicanos Clinton Fearon, Pablo Moses e Big Youth, veteranos da cena reggae, ska e dub. Os grupos Instituto e Záfrica Brasil fazem show juntos no mesmo palco das cantoras Céu, Zélia Duncan e da banda norte-americana Living Colour.

A praça da República recebe sambistas como Germano Mathias, que se apresenta com Dicró, Elza Soares, Leandro Sapucahy e Jair Rodrigues.

O ícone do soul norte-americano Booker T. é destaque de palco no Boulevard São João

Pistas de dança na Sé, Santa Ifigênia e largo São Francisco recebem DJs como Mau Mau e Mauro Borges, veteranos da cena eletrônica da cidade. Já a avenida Cásper Líbero terá apresentações de bandas de rock independentes, entre elas Comma e Detetives.

Teatro, dança e performance

Na estação da Luz, dois palcos dividirão atrações de dança, como o Balé da Cidade de São Paulo e a Cia Cisne Negro, e de orquestra, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

Já em diversas regiões do centro da cidade ocorre a Maratona de Rua, que terá, entre as atrações, uma instalação de formiga gigante, que a companhia espanhola Sarruga vai colocar no vale do Anhangabaú, e o futebol aéreo da companhia Acrobático Fratelli no viaduto do Chá.

A Virada dura 24 horas, começando às 18h de sábado para terminar às 18h do domingo. Para mais informações e programação completa, visite o site oficial do evento.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ONG faz coleta de cabelo para limpeza de praias no Golfo do México




Salões de cabeleireiro e fazendeiros do mundo inteiro estão recolhendo cabelo e pelos de animais para auxiliar a operação de limpeza do petróleo que, há vários dias, vaza de um poço danificado no Golfo do México.

A ideia é que o cabelo, colocado dentro de meias de náilon, absorva o óleo espesso que se aproxima das praias dos Estados vizinhos ao local do vazamento - Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida.

Cerca de 370 mil salões estão participando, segundo a entidade beneficente que lidera a campanha de arrecadação de cabelo, Matter of Trust.

O Brasil também está contribuindo com doações, coordenadas a partir de uma página no site de relacionamentos Facebook.

Segundo a Matter of Trust, sediada em San Francisco, na Califórnia, por volta de 200 mil quilos de cabelo e pelos estão chegando todos os dias.

Em entrevista à BBC, a cofundadora da entidade, Lisa Gautier, disse que o cabelo é um material extremamente eficiente na absorção de todos os tipos de óleo, incluindo o petróleo.

Ela explicou que cada folículo tem grande área de superfície, à qual o óleo adere.

Voluntários estão colocando o cabelo dentro das meias em 15 armazéns nas regiões próximas ao desastre, criando imensas "salsichas de cabelo", disse Gautier.

As meias serão colocadas nas praias - não no mar - para absorver o óleo que chegar à areia.

A técnica tem a aprovação da empresa Applied Fabric Technologies, segundo maior fabricante de utensílios para a absorção de petróleo no mundo, informou a Matter of Trust.

Além do Brasil e Estados Unidos, países como França, Inglaterra, Espanha, Austrália e Canadá também estão fazendo doações, disse Gautier.

Segundo ela, a página da entidade no Facebook vem sendo atualizada constantemente com notícias de novos carregamentos. E mais voluntários estão se disponibilizando a toda hora.

Criadores de carneiro e alpaca também estão participando, disse a entidade.

Por volta de cinco mil barris ( mais de 950 mil litros) de petróleo estão vazando diariamente no Golfo do México desde a explosão, no dia 20 de abril, no poço administrado pela empresa britânica BP, British Petroleum.

terça-feira, 11 de maio de 2010

FRASES CURIOSAS DE PARACHOQUE DE CAMINHÃO




1.Beijo é igual ferro elétrico: liga em cima e esquenta embaixo.

2.Não mando minha sogra pro inferno porque tenho dó do diabo.

3.A velocidade que emociona é a mesma que mata.

4.Um falso amigo é um inimigo secreto.

5.Quem ama a rosa suporta os espinhos.

6.Se casamento fosse bom não precisaria de testemunhas.

7.Preguiça é o habito de descansar antes de estar cansado.

8.Direito tem quem direito anda.

9.Mulher é como índio: pinta-se quando quer "briga".

10.Por que ficar de braços cruzados se o maior homem morreu de braços abertos??

11.Para que um olho não invejasse o outro, Deus colocou o nariz no meio!!

12.O amor é livre; o sexo é pago.

13.70 me passar, passe 100 atrapalhar.

14.Quando homem valer dinheiro, baixinho serve de troco.

15.Sogro rico e porco gordo só dão lucro quando morrem.

16.Não sou detetive mas só ando na pista.

17.Cada ovo comido é um pinto perdido.

18.Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana.

19.Pobre é como cachimbo: só leva fumo!!

20.Mulher é como remédio: agita-se antes de usar.

21.Casei-me com Maria, mas viajo com Mercedez.

22.Se não fosse o otimista, o pessimista nunca saberia como é infeliz.

23.A calunia é como carvão: quando não queima, suja.

24.A mata é virgem porque o vento é fresco.

25.Em casa que mulher manda até o galo canta fino.

26.Em poço que tem piranha macaco bebe água de canudinho.

27.Mulher é como laranja: a gente descasca e chupa.

28.Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.

29.Se a mulher foi feita de uma costela, imagine se fosse feita do filé?!

30.Meu computador não conversa, computa.

31.Mulher é como relógio: deu o primeiro defeito, nunca mais anda direito!

32.Se pinga fosse fortificante o brasileiro seria um gigante.

33.Mulher é como abelha: ou dá mel ou ferroada.

34.Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer!

35.Pobre só fica de barriga cheia quando morre afogado.

36.A cal é virgem porque o pincel é brocha.

37.Não sou orquestra, mas vivo no conserto.

38.Mais valem as lagrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado.

39.Mulher deixa o rico sem dinheiro e o pobre sem vergonha.

40.Mulher feia e morcego só saem `a noite.

41.Beijo de mulher casada tem gosto de chumbo.

42.O bom não é ser importante: o importante é ser bom!!

43.Duas coisas matam de repente: vento pelas costas e a sogra pela frente.

44.Aqui jaz a minha sogra: descanso em paz!

45.Sou grande porque respeito os pequenos.

46.Mulher é como lona de freio: só é boa encostada.

47.Mulher e arvore só dão galho.

48.Aqui jaz a minha sogra que viveu enchendo o saco, não tendo mais o que encher, veio encher esse buraco.

49.Malandro é o sapo que casa e leva a mulher prá morar no brejo.

50.Pra quem sabe ler, um pingo é letra...!

51.Motorista é igual bezerro: só dorme apertado.

52.O sol nasce para todos; a sombra para quem merece.

53.Mulher é como retrato, só se revela no escuro.

54.O cigarro adverte: o governo é prejudicial `a saúde.

55.Mulher é como toalha; quanto mais enxuta, melhor.

56.Não vou bem como quero nem mal como pensam.

57.Alegria de poste é estar no mato sem cachorro.

58.Rico tem veia poética; pobre tem varizes.

59.Dinheiro de pobre parece sabão; quando pega, escorrega da mão.

60.Chifre é igual dentadura: demora mas acostuma.

61.Mulher é como lata de sardinha: se abrir, leva.

62.Um Dodge gemendo, uma prestação vencendo.

63.Pobre é igual disco de embreagem: quanto mais trabalha, mais liso fica.

64.Mulher é igual alça de caixão: quando um larga vem outro e põe a mão.

65.Campo de concentração é o melhor regime: não ha ninguém gordinho.

66.Quem madruga muito fica com sono o dia inteiro.

67.Nosso amor virou cinzas porque nosso passado foi fogo.

68.Três eixos envenenados e um machão invocado.

69.Navio imita tubarão; avião imita gavião; só meu caminhão não tem imitação.

70.Não sou noticia ruim mas ando muito e depressa.

71.Você prefere duas mulheres ou uma mulher e 1/4?

72.Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras!

73.Homem é como basculante: quando velho, não levanta mais.

74.Mulher bonita e dinheiro só vejo na mão dos outros.

75.Mulher é como pizza: só é boa fora de casa!

76.Do Amazonas ao Chuí, só paro para fazer xixi.

77.60 num bar, 70 sair 100 pagar, aí mando a policia 20 buscar.

78.Bata na sua mulher; você não sabe porque está batendo mas ela saberá porque e está apanhando.

79.A terra é virgem porque a minhoca é mole.

80.Dizem que dinheiro é coisa do diabo; mas quiser ver o diabo, ande sem dinheiro.

81.Deus cura, o medico manda a conta.

82.Quem anda apressado passa por cima do que precisa.

83.Pobre é que nem lombriga: quando sai da merda morre.

84.Coceira na mão de pobre é sarna, na mão de rico é dinheiro.

85.Em casa minha mulher é o governo; minha sogra, o ministro da defesa e eu o ministro da despesa.

86.Duas coisas gostosas: uma embreagem macia e uma mulher carinhosa!

87.Depois que colocaram álcool na gasolina...hic... carro anda soluçando.

88.Sou pobre e feliz: uma das duas é mentira.

89.Costurar é para modista; permaneça na sua faixa.

90.Eduque as crianças e não será preciso punir os homens.

91.Precisa-se de domestica que entenda de caminhão.

92.Mulher é como horóscopo: nunca dá certo, mas sempre se dá uma olhadinha.

93.Mulher de estrada e freio de mão... só na emergência.

94.Sou um eu a procura de um tu para sermos nos.

95.Malandra é a pulga que só espera comida na cama!

96.O amor é como a guerra: depois de declarado, não há mais paz.

97.Marido de mulher feia só acorda assustado.

98.Ser canhoto é fácil; difícil é ser direito.

99.Quando teu indicador aponta para teu irmão há sempre três dedos apontados para ti.

100.Tentei enganar o diabo, ele nem percebeu; fui enganar a mulher, o engana do fui eu!

101.- Na estrada da vida passado é contramão.

102.Pobre só come carne quando morde a língua.

103.Sempre há um pouco de perfume nas mãos que dá a rosa...que mexe na merda também.

104.Nas curvas da vida, entre devagar...

105.A vida não é um dom... é um empréstimo.

106.Eu sou U 1000 D.

107.Prefiro ser um pai quadrado do que ver minha filha redonda.

108.Ladrão em casa de pobre só leva susto.

109.A felicidade não é um destino onde chegamos, mas sim, uma maneira de viajar.

110.Pobre, quando morre, deixa o anjo da guarda desempregado.

111.O café deve ser: negro como o demônio, quente como o inferno, puro como um anjo e doce como o amor...

112.Cada escola que se abre é uma cadeia que se fecha.

113.Estepe e mulher é sempre bom ter de reserva.

114.A primeira ilusão do homem começa na chupeta.

115.Escreveu, não leu? Então é burro.

116.Imbecil não tem tédio.

117.O pessimista considera o sol um fazedor de sombras.

118.Casei-me com a cunhada para economizar sogra.

119.O prazer dá o que a sabedoria promete.

120.Carro a álcool... você ainda vai tentar vender um.

121.Farol alto na cara é como mulher gritando no ouvido.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

DICAS SOBRE O QUE FAZER NOS CABELOS PARA UM CASAMENTO


O dia do casamento é um dos dias mais importantes da vida de uma mulher e ela com certeza quer ficar impecável. Além do vestido, da maquiagem, do sapato e das unhas, ela deve cuidar do cabelo – só que, ao contrário dos outros itens, ele não pode ser colocado na hora e pronto.

Um penteado pode ser lindo em seu formato, mas fica feio na foto se os fios não estiverem lindos, saudáveis e brilhantes. O cabelo requer cuidados que devem ser tomados semanas (ou até meses) antes da cerimônia e é Tippi Shorter, expert da Avon Global Stylist quem dá as dicas de planejamento:


- A data do casamento foi marcada? Então já comece a pensar na saúde do seu cabelo. Se ele estiver danificado, você pode começar fazendo uma hidratação profunda por semana.

- Se o seu cabelo é tingido você deve deixar marcado um retoque na cor para duas semanas antes do casamento (e não no dia ou na véspera). Assim as raízes vão estar perfeitas e a cor vai estar no tom ideal.

- Nas duas semanas entre o retoque e a festa você deverá preservar a cor usando shampoos e condicionadores especiais para cabelos pintados. Fuja de sol forte e de qualquer outra coisa que possa desbotar a sua tinta.

- A previsão do tempo disse que pode chover no grande dia? Não se esqueça de deixar à mão uma cápsula de anti-frizz. A qualquer sinal de umidade é só espremer a cápsula na palma da mão e espalhar no penteado.

Não se esqueça que as dicas também valem para outros grandes eventos de luxo, como a sua formatura.




O acessório foi colocado no site como coleção para noivas, mas a verdade é que essa faixinha fica bem em qualquer outro evento festivo. Criada por Jennifer Behr, a faixa tem um ar vitoriano super elegante.

A faixa em si é feita de cetim de seda que pode ser branco ou creme. O detalhe fica por conta do broche de cristais Swarovski.

Para facilitar a colocação e também evitar que a faixa escorregue, a parte de baixo é feita com couro e elástico. Custa 182 dólares.


sexta-feira, 7 de maio de 2010

CASAMENTO; CONHEÇA OS FORMATOS DOS BUQUÊS E DICAS





A história
Desde a Grécia Antiga, as noivas carregam buquês. Na antiguidade, eles eram feitos de ervas aromáticas que protegiam a moça contra o mau-olhado. Alguns, eram confeccionados até com alho. Na Idade Média, o buquê era feito durante a caminhada para o altar: os presentes iam lhe dando flores e quando ela chegava ao altar, ele estava completo.

O formato
Os mais conhecidos são o redondo, a braçada e o buquê cascata. Segundo os especialistas, o tipo físico da noiva deve ser levado em conta. Por exemplo: noivas pequenas não devem ter buquês cascata, que são compridos.

O vestido
O estilo do vestido e o do buquê tem que ser o mesmo. Recomenda-se levar uma foto para o florista: isso garante a harmonia do conjunto. Por exemplo: Wanessa Camargo carregou um buquê simples de copos-de-leite, que combinava com o vestido de linhas econômicas do estilista Francisco Costa, designer da Calvin Klein.

Um única flor
Outra tendência. A atriz Juliana Paes casou segurando uma única rosa colombiana branca, de caule longo.

A época
“Quando escolhemos a flor, temos que saber quando será o casamento”, lembra Simone Souza, do Hora do Sim. “Uma temporada de chuvas fora do comum pode dificultar a escolha das flores do casamento e do buquê”, alerta. Além disso, algumas flores são sazonais.

Faça você mesmo
Quem vai optar por fazer seu próprio buquê, deve entender o mínimo de flores. “O copo de leite, por exemplo, tem um veneno na flot que causa irritação na pele se manejado sem luvas”, diz Cíntia Costa, do Planejando Meu Casamento. Ou seja, cuidado. É preciso encomendar antes e garantir que elas cheguem frescas, poucas horas antes do casamento. E sem espinhos, no caso das rosas!

Significados
As flores têm significados, as cores também. Você pode fazer sua escolha a partir daí. Buquês que carregam significados pessoais tem um valor especial, lembra Cíntia. “É uma tendência bacana personalizar os detalhes com simbolismos. Uma noiva prendeu ao buquê três fitas com fotos de seu pai, falecido. Ficou super lindo e harmonioso, além de ser algo cheio de significado. “ Outra idéia da especialista: usar no buquê uma jóia de família. “Minha cunhada vai usar um medalhão religioso da avó”, conta.

Adornos
Fique longe dos exageros. As flores são o mais importante. E – acima de tudo - quem tem que brilhar de verdade é a noiva. Mas para dar um charme, as opções são muitas: fitas, laços, broches , cetim, tule, pérolas....

quinta-feira, 6 de maio de 2010


Sim, estou extremamente feliz em criar este blog. Aqui Tem de Tudo onde todos os dias estarei postando dicas, fotos, idéias, comentários.
Aqui Tem de Tudo, você estará em contato com a moda, decoração, paisagismo.
Aqui Tem de Tudo, músicas, arte, cultura, esporte e lazer.
E para começar, hoje a dica é de decoração, algo que gosto muito. Deixe o ambiente em que você vive com um pouco mais de estilo através de pequenos detalhes.
Paredes bem pintadas valorizam o todo.
A base clara da decoração leva a luminosidade ao ambiente.
Espelhos dão sensação de amplitude.
Tudo isso e muito mais você poderá encontrar na revista Minha Casa, um novo conceito em decoração, reforma e construção.
Venha para o meu mundo, AQUI TEM DE TUDO...


quarta-feira, 5 de maio de 2010




Linda por demais...